"A história desenrola-se à volta de um militar que teve de ir para a guerra colonial e deixou cá [em Portugal] a noiva. Ele foi capturado, dado como morto, e a noiva seguiu o seu caminho, mas quatro anos depois o militar conseguiu fugir", contou o autor à Lusa.
Júlio Magalhães recusa a denominação de escritor: "Eu sou jornalista, não gosto que me chamem escritor. Só escrevo sobre histórias que vivi ou que conheça por amigos ou familiares de amigos. Foi isso que também fiz neste segundo romance. Só os locais descritos no livro é que são ficcionados, o resto são histórias reais".