A iniciativa é apoiada pela Reprieve, uma organização não governamental britânica especializada na assistência judicial a reclusos, que invocou a chamada "Lei de Liberdade de Informação", uma lei federal de 1966, que obriga a que a informação do governo esteja acessível a todos.
Entidades como a Amnistia Internacional denunciaram em várias ocasiões que os presos de Guantánamo foram torturados com música em alto volume, a que se somavam castigos físicos (simulação de afogamento, por exemplo) e o endurecimento das suas condições de vida.