Turkson, que é o relator do II Sínodo de Bispos para África, fez estas acusações no Relatório Posterior à Discussão, o documento que recolhe as intervenções dos 244 prelados, 197 dos quais assistiram a esta assembleia sinodal.
Os prelados destacaram, precisou o cardeal, que as multinacionais querem apropriar-se "de maneira exclusiva" de todas as reservas estratégicas do continente, caso do petróleo, urânio, entre outros, e que isso leva a conflitos armados, pelo que, defendeu, é necessário um quadro jurídico internacional que garanta o controlo das multinacionais e das indústrias extractoras.