"Atendendo aos comentários já surgidos na comunicação social e na salvaguarda do bom nome desta instituição, a GNR solicitou à Procuradoria-Geral da Republica que se digne informar se existe algum militar envolvido neste processo", acrescentou o porta-voz do Comando-Geral da GNR, em resposta a questões colocadas pela agência Lusa.
"Só após esse conhecimento, será possível desenvolver qualquer procedimento legal", acrescentou o tenente-coronel Pedro Costa Lima, acrescentando que, "se for comprovado que militares da GNR estão de alguma forma envolvidos no caso, a GNR abrirá um processo disciplinar".