Edmundo Martinho, que hoje participou no II Congresso Mundial do Envelhecimento Activo, promovido pela Rede de Universidades da Terceira Idade (RUTIS), disse à agência Lusa que o papel do Estado nesta área é apoiar as instituições que desenvolvem este tipo de trabalho e "ser liderante nesta atitude nova", estimulando a criação de redes sociais.
Frisando a dificuldade que as sociedades actuais têm ainda em lidar com o "ganho civilizacional" que representa a maior esperança de vida das pessoas, Edmundo Martinho disse que é preciso "toda uma atitude nova" para que mais anos de vida "não sejam um problema, mas um grande potencial", tanto para a sociedade como para que o envelhecimento corresponda a uma "vida cheia" e não ao "vazio".