Segundo o canal, que cita o administrador do distrito de Lago, Abudo Momade, quatro pessoas sobreviveram ao naufrágio.
A maioria das vítimas mortais do naufrágio era constituída por crianças que se deslocavam para serem submetidas a ritos de iniciação, cerimónias tradicionais muito comuns no norte e centro de Moçambique, para a passagem da adolescência à puberdade.