"Já a chamámos aqui várias vezes, já lhe pedimos que mudasse de vida, que nós a ajudaríamos a tratar-se do alcoolismo, mas ela diz que não está doente e recusa toda a ajuda nesse campo", declarou à Lusa Iúri Kudriavtsev, vice-presidente da Câmara de Pretchistoe e chefe da comissão municipal de menores. Segundo a lei russa, as autoridades não podem obrigar Natália a tratar-se.
A chegada de jornalistas portugueses a Pretchistoe pôs em alvoroço a pequena vila, situada a 363 quilómetros de Moscovo, o que obrigou os dirigentes locais a reunir-se para responder aos repórteres. Estes tinham antes visitado a família Zarubina e constatado que têm fundamento as acusações de alcoolismo que foram feitas a vários membros da família.